terça-feira, 13 de março de 2012

Mahalo, Hawaii 5-0!

Equipe do Hawaii 5-0 na 1ª Temporada: Danny, Steve, Kono e Chin

Comecei a assistir Hawaii 5.0, ou Five-0, de curiosa. Queria saber como tinha ficado a trilha sonora da série. De 1968 a 1980, a música composta por Morton Stevens embalou os fãs da versão original do seriado e muitos que não assistiram a série conhecem a música até hoje. Eu então que não era nem nascida na época só conhecia a música e não tem como não bater o pezinho escutando a abertura de cada episódio.

Daniel Dae Kim, Scott Caan, Alex O'Loughlin e Grace Park dão vida
aos personagens no remake de Hawaii 5-0

Segue abaixo o vídeo com a versão original da abertura e da trilha e logo depois a nova versão de 2010. Tem umas semelhanças bem interessantes como o Steve McGarrett na cobertura de um prédio, o avião, a estátua do QG da Five-0 e a lanterna de um carro de polícia no final. Também é bacana perceber as diferenças nas edições de cada época, confere só:



O Hawaii 5.0 original foi criação de Leonard Freeman e teve um total de seis temporadas. O remake estreou em 2010 nos Estados Unidos pelo canal CBS e no Brasil pelo canal fechado Liv. A Rede Globo começou a transmitir a série em canal aberto em janeiro de 2012. O elenco tem Alex O’Loughlin (o detetive-vampiro Mick St. Johnde de “Moonlight” e o médico Andrew (Andy) Yablonski de “Three Rivers”) como Steve McGarrett e Scott Caan (o Turk Malloy, da trilogia que terminou com o “Treze Homens e um Novo Segredo”) interpretando Danny Williams, ou carinhosamente “Danno”.
Aqui você pode ler um artigo bem interessante falando das diferenças entre a série original e o remake.

Lori Weston (no canto direito) foi adicionada à equipe
Five-0 na 2ª Temporada

A história do remake começa quando McGarrett chega ao Hawaii para enterrar seu pai, morto por um criminoso já no início do episódio piloto. Ele acaba ficando na ilha a pedido da governadora Pat Jameson (interpretada por Jean Smart, a Samantha de “Samantha Who?”) para comandar uma equipe especial chamada de 5.0 em homenagem ao Hawaii (50º estado dos Estados Unidos). No entanto, o principal objetivo de McGarrett é capturar o responsável pela morte de seu pai. A equipe se completa com Kono Kalakaua (Grace Park, a Sharon Valerii de “Battlestar Galactica”), Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim, o Jin-Soo Kwon de “Lost”) e a figura do médico legista Max (Masi Oka, o Hiro de “Heroes”).

Chin e Kono são primos no remake de Hawaii Five-0,
no original Kono era um personagem masculino

Destaco ainda a participação de atores consagrados que entraram como coadjuvantes da equipe principal na 2ª Temporada da série. É o caso de William Baldwin (o William van der Woodsen, de “Gossip Girl”), como o chefe de gangue Frank Delano, e Terry O’Quinn (o John Locke, de “Lost”), como John White, um instrutor de operações especiais da marinha americana que treinou McGarrett.

Terry O’Quinn fez um ótimo trabalho em Lost e agora repete em Hawaii Five-0

Ainda vale a pena citar o melhor “informante” que Danno e Steve poderiam ter, Kamekona é interpretado por Taylor Wily e está impagável na série. Ele trabalha em uma lanchonete especializada em camarão chamada Kamekona’s (o logo é um camarão com a cara do Kamekona). 


Kamekona ajuda a Five-0 a solucionar os casos no Hawaii


Cardápio do Kamekona's

Segue um trecho que separei do episódio 8 da 2ª Temporada, para quem quer conhecer um pouco das figuras que são o Max e o Kamekona.

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A 2ª Temporada ainda conta com a entrada de Lauren German como a agente especial Lori Weston (a Belinda de “Um Amor para Recordar”). Ela começa a fazer parte da equipe da Five-0 a pedido do novo governador do estado.

Lori Weston é interpretada por Lauren German

Os dois personagens principais começam um relacionamento conturbado, mas acabam se tornando mais próximos do que dois simples colegas de trabalho. Danny e Steve viram amigos incondicionais e entre as melhores cenas do seriado estão as incontáveis discussões dos dois, sempre muito engraçadas beiram as briguinhas de um casal em crise.
 


Steve e Danno em uma das intermináveis discussões 
por qualquer coisa

No oitavo episódio da 2ª Temporada Danno vai morar em um hotel muito suspeito porque teve que se mudar às pressas de um apartamento que ele considerava assombrado. Nesse trecho que separei abaixo dá para pegar o clima do relacionamento entre Steve e Danno.

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Editei também dois trechos do episódio 9 da 2ª Temporada que mostra uma das discussões mais engraçadas dos dois. Danno continua à procura por um novo apartamento e acaba morando uns dias na casa de Steve. De extra, deixei a abertura nova da 2ª Temporada no início do vídeo, já aparece Masi Oka entre o elenco principal.

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O segundo vídeo é o final do mesmo episódio, Danno e Steve passam o tempo todo sendo ignorados por Max durante a solução do caso e só no final descobrem o por quê.

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A química de todo o time funciona bem, para exemplificar eu separei duas cenas do final do episódio 5 da 2ª Temporada (quem não assistiu pare de ler esse parágrafo por aqui). O episódio apresenta o desfecho de um mistério sobre Kono, ela é afastada da equipe Five-0, fica sobre investigação e acaba perdendo o distintivo. No entanto, na realidade Kono foi forçada a trabalhar de infiltrada para a polícia local em uma perigosa gangue do Hawaii. Sem saber de nada, a equipe de McGarrett acaba prendendo Kono, que fica sob a desconfiança de seus melhores amigos. No final desse episódio tudo se esclarece e McGarrett mostra porque não se deve mexer com a sua equipe.

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Uma das principais características da Five-0 é a carta branca que ganham da governadora na 1ª Temporada. Podem investigar os casos sem se preocupar muito com normas de conduta. Isso funciona até a troca de governadores na 2ª Temporada, quando Steve é obrigado a agir de acordo com os termos da polícia local. No entanto, esse tipo de deslize já é característico de McGarrett, que acaba inclusive influenciando Danno. Logo abaixo uma cena dos dois invadindo a casa de um suspeito ainda na 1ª Temporada. Sem mandato, é claro.

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Segue também um trecho do oitavo episódio da 2ª Temporada onde Danny faz amizade com um cachorro que ficou abandonado depois que sua dona foi morta. A dupla Steve e Danno ganha mais um elemento engraçadíssimo e lembrei até do clássico da "Sessão da Tarde" da Rede Globo, "K-9 Um Policial Bom Pra Cachorro".

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O seriado trata de um caso por episódio, mas uma história central mantém a trama costurada. McGarrett aceita o trabalho no Hawaii principalmente porque assim vai poder ficar mais próximo de descobrir porque seu pai foi morto. Esse mistério se desenrola bem e segue até a 2ª Temporada. Poucas séries conseguem manter um mistério interessante por tanto tempo e sem irritar quem assiste.

Steve investiga o mistério que envolve a morte de seu pai

Os casos da Five-0 também são bons apesar de não trazerem nada de novo, a não ser quando apostam em elementos significativos e culturais do Hawaii. As paisagens também são o forte da série e não teria como ser diferente. Além, é claro, do próprio personagem central. A mulherada deve facilmente ter sua atenção desviada do enredo da história em vários momentos, Alex O’Loughlin tira a atenção de qualquer uma como Steve McGarret. Não sei como a Kono consegue trabalhar tanto tempo do lado dele chamando “aquilo tudo” de “boss” o tempo todo.

Alex O’Loughlin prende a atenção feminina na pele de Steve

Aliás, McGarret é o personagem mais solitário até agora. Muito focado no trabalho, seu único relacionamento foi com uma mulher que trabalha na marinha e apareceu em poucos episódios, normalmente auxiliando no próprio trabalho da Five-0. Na 2ª Temporada dá para perceber algumas faíscas entre ele e a nova integrante da equipe, Lori. No entanto, muitos fãs da série esperam que ele acabe se relacionando com Kono. Agora é esperar para ver, mas que o moço vai devagar nessa área, isso ele vai.

Boa parte do crédito da série está na química entre a
dupla principal, Danno e Steve

Já Danno tem um relacionamento engraçadíssimo com a ex-mulher e a sua filha de oito anos Grace, e isso se torna um dos pontos mais fortes do seriado. A seguir separei o início do episódio 7 da 2ª Temporada (em dois vídeos), que acontece no Dia das Bruxas. Na primeira parte dá para conhecer um pouco do relacionamento de Danno com a filha. Na segunda parte você pode ver que esse foi um dos episódios que tratou mais profundamente da cultura havaiana. Duas passagens bem boas desse episódio e muito engraçadas, com direito até a trilha sonora dos Caça Fantasmas.

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O elenco fechou muito bem até agora, minhas dúvidas ficam somente com Lauren German no papel de Lori Weston, ainda não deu tempo para simpatizar muito com a moça. Temos ainda, além dos ex-Lost Terry O’Quinn e Daniel Dae Kim, uma invasão de são ex-atores de Heroes na 2ª Temporada de Hawaii Five-0. Masi Oka passa a fazer parte do elenco fixo da série na pele de Max (impagável o episódio de Dia das Bruxas que ele trabalha fantasiado de Neo de Matrix).

Depois do Dia das Bruxas Max apareceu para trabalhar 
vestido de Neo, do filme Matrix

Além do “Hiro” de Heroes quem faz uma participação em Hawaii 5-0 é Greg Grunberg (o Matt Parkmann de Heroes), ele faz um agente da imigração que trabalha com a equipe Five-0 na investigação da morte de uma colega de trabalho. A melhor parte disso tudo é que o próprio roteiro faz piada da situação. Quando o personagem de Grunberg é apresentado a Max, o legista diz que acha que o conhece de algum lugar. Quem acompanha as duas séries certamente deu risada da situação. Eu curti.

Reunião de ex-atores de Lost e Heroes rendeu até piada
no roteiro de Hawaii Five-0

Hawaii tem elementos bem diferentes de outras séries policias como a trilogia C.S.I., Castle, The Closer e Blue Bloods. Cada personagem tem uma história bem elaborada e tem espaço para isso no seriado. Assim o enredo ganha mais corpo e o “time” da Five-0 parece mais unido. Acho que isso é um ótimo caminho para os seriados de televisão, investir na força do personagem bem elaborado e das relações pessoais entre eles. É aí que o telespectador é fisgado, os casos policiais, as lindas paisagens e os mistérios acontecem paralelo a isso. Acho que essa é a fórmula de um bom seriado, e Hawaii 5-0 está caminhando bem nessa trilha. No entanto, acho que os casos deveriam ser mais instigantes, daí sim Five-0 colocaria a cereja no bolo e só me sobraria dizer “mahalo” (obrigado na língua havaiana).

Sede da Five-0 no Hawaii

Pra encerrar segue um trecho de um dos melhores episódios até agora, o resgate de McGarret, dá pra ver a força do grupo que se formou em torno do Steve. Muito mais que simples colegas de trabalho eles se unem para buscar McGarret em Seul, na Coréia do Norte onde ele está sendo mantido como prisioneiro pelo principal vilão do seriado, Wo Fat.

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Uma boa fonte de informações sobre a série para quem ficar viciado é o
Twitter, tem a conta oficial da CBS @HawaiiFive0CBS e uma de um site bem completo sobre o seriado @Hawaii5Oonline

Além dessas você pode seguir os atores do Hawaii 5.0:
Lauren German - @LaurenGerman
Masi Oka - @MasiOka
Daniel Dae Kim - @danieldaekim

Sites:

http://hawaiifive0online.net/
http://www.cbs.com/shows/hawaii_five_0/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Prazer Castle, Rick Castle

"Castle, resolver um assassinato nunca foi tão divertido"

Richard Castle (Nathan Fillion) é um escritor famoso e bem sucedido em New York. Autor de livros policiais e de suspense, ele sofre um bloqueio criativo logo depois de matar o personagem principal de uma série de obras. No entanto, Rick Castle mal consegue terminar de autografar o último livro, logo ele é chamado para ajudar o Departamento de Polícia de New York (NYPD, sigla em inglês). Um fã de seus livros levou a ficção para a realidade e retratou os assassinatos da obra literária na vida real. Castle é convidado a ajudar a desvendar os próximos passos do serial killer e começa a trabalhar junto com os detetives Kate Beckett (Stana Katic), Javier Esposito (Jon Huertas), Kevin Ryan (Seamus Dever) e o capitão Roy Montgomery (Ruben Santiago-Hudson)*. A equipe ainda conta com a legista Lanie Parish (Tamala Jones).

Personagens até a 3ª temporada: Montgomery, Martha, Alexis, 
Castle, Kate, Lanie, Esposito e Ryan

Inicialmente um incômodo para a equipe de detetives, Castle conquista um por um com o desenrolar dos episódios. Com uma máquina de café ele ganha a dupla Ryan e Esposito, mas Kate demora a gostar da companhia do escritor. Depois do caso inspirado em seus livros ser solucionado, Castle acaba gostando da rotina policial e principalmente de Kate. Com a ajuda de uma amizade com o prefeito da cidade, ele consegue uma autorização para participar efetivamente do dia a dia da equipe de detetives e colaborar com a solução dos casos. 



A ideia de Castle, além de se aproximar de Kate, é achar novamente a inspiração para escrever suas histórias. Alguns dos trechos mais engraçados são quando ele imagina os desfechos dos crimes da forma mais teatral possível. Enquanto quase nenhuma pista era descoberta, ele já tinha tem um livro na cabeça. O que, obviamente, irritava os detetives. No entanto, aos poucos os policiais começaram a ver que Castle tinha um olhar diferente sobre os casos, o que muitas vezes se tornava decisivo na hora de solucionar um assassinato.

Castle e os dois copos de café tradicionais de início 
de qualquer caso

Com o desenrolar do seriado, Kate começa a ver Castle como um parceiro, e até mais que isso, mas demora a admitir. Amor recíproco entre parceiros que solucionam crimes, mas não demonstram seus sentimentos até se sabe quando na série. Lembra a fórmula de Arquivo X, com Fox Mulder e Dana Scully, e temos até uma citação da série da FOX na 3ª temporada de Castle, que você assiste na sequência em um trecho do episódio 9:


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A série americana estreou em 2009, produzida pelos Estúdios da ABC e difundida no canal ABC. A 1ª temporada foi ao ar somente com dez episódios, na 2ª e 3ª temporadas foram 22 episódios. Castle está atualmente na metade da 4ª temporada e boatos sopram que ela vai ganhar um episódio a mais da ABC devido ao sucesso da trama e fechar em 23 episódios. No Brasil, o seriado é transmitido pelo canal pago AXN**.

Nathan Fillion dá vida ao escritor Castle

Castle pode ser considerada do gênero policial, que conta com comédia e romance pra amaciar o drama. O forte está na relação “vai, não vai, bate na trave” de Castle e Kate, o que não é uma novidade completa, mas funciona. Além disso, costuras ótimas são feitas com a família do personagem principal: sua filha adolescente Alexis (Molly Quinn) e sua mãe e atriz frustrada da Hollywood, Martha Rodgers (Susan Sullivan). Uma ideia dessa química pode ser vista aqui em um trecho tirado da 3ª temporada, episódio 16:



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As duas são responsáveis por trechos hilários na convivência pai-filha e filho-mãe adolescente, e muitas vezes são nesses diálogos que Castle tem o insight que resolve o caso e o deixa cada vez mais próximo da equipe de detetives que, aos poucos, se tornam seus amigos. Até que... sim, Castle começa a escrever uma série de livros com uma personagem principal inspirada em Kate, a Nick Heat, e claro, os livros são um sucesso. Por aí a série se desenrola e ganha corpo em cada temporada. A princípio bonitinha, Castle pode te fazer empilhar episódios atrás de episódios.


PRA RIR: segue um vídeo com erros de gravação da 3ª temporada:




Curiosidade: A ABC lançou os livros de Rick Castle, “Heat Wave”, e você pode acompanhar capítulos traduzidos aqui


Twitter: Você pode acompanhar o Nathan através da conta dele no microblog @NathanFillion, a Molly que faz a Alexis no seriado @MollyQuinn93 e Jon Huertas que faz o Javier Esposito @Jon_Huertas.


*Na 4ª temporada Penny Johnson Jerald assume como a capitã Victoria Gates.
** Você também pode assistir a série online aqui, ou baixar por aqui. 


Fontes: Wikipédia, Minha Série, AXN e Buddy TV

sábado, 24 de dezembro de 2011

Paradise | Coldplay

Uma das músicas que marcaram 2011.
Vale a pena prestar atenção na letra.
Logo abaixo segue o clipe da música também.
O vídeo foi gravado na África do Sul e em Londres e dirigido por Mat WhiteCross.
Paradise faz parte do álbum Mylo Xyloto, lançado em 24 de outubro de 2011.


Paradise | Paraíso

When she was just a girl | Quando ela era apenas uma garota
She expected the world | Ela esperava o mundo
But it flew away from her reach | Mas ele vôou fora de seu alcance
So she ran away in her sleep | Então ela fugiu em seu sono

And dreamed of para-para-paradise |
E sonhava com o para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Every time she closed her eyes |
Toda vez que ela fechava seus olhos

Ooohh | Ooohh

When she was just a girl | Quando ela era apenas uma garota
She expected the world | Ela esperava o mundo
But it flew away from her reach | Mas ele vôou fora de seu alcance
And the bullets catch in her teeth |
E as balas ficaram presas em seus dentes

Life goes on | A vida continua,
It gets so heavy | Ela fica tão pesada
The wheel breaks the butterfly | A roda quebra a borboleta
Every tear, a waterfall | Cada lágrima, uma cachoeira
In the night, the stormy night | Na noite, a noite de tempestade
She'll close her eyes | Ela fechará seus olhos
In the night | Na noite
The stormy night | Na noite de tempestade
Away she'd fly | Para longe ela voaria

And dreams of para-para-paradise |
E sonhos com o para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh | Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

She'd dream of para-para-paradise |
Ela sonharia com o para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Para-para-paradise | Para-para-paraíso
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh | Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

La-la-la-la-la | La-la-la-la-la

And so lying underneath those stormy skies | E assim por debaixo dos céus tempestuosos
She'd say oh-oh-oh-oh-oh-oh | Ela dizia: ''oh, ohohohoh
I know the sun must set to rise | Eu sei que o sol deve sair para se pôr"



domingo, 2 de outubro de 2011

Sanctuary | Efeitos Especiais

Cenários de Sanctuary são realizados em grande parte 
pelo computador através de efeitos especiais
Bem, no posto anterior eu citei que os efeitos especiais de Sanctuary deixavam a desejar, não eram o forte do seriado. Diga que viu as primeiras transformações de Henry em Lobisomem, lamentáveis. No entanto como costumo dar privilégio a força das história persisti e colhi frutos na segunda temporada. Já disse e repito, Sanctuary é um dos meus seriados favoritos no momento.

Agora, terminando a 2ª temporada e começando a 3ª, e babando pela 4ª que está estreando, acabei mordendo a minha língua, ou melhor, meu teclado. Sanctuary tem efeitos especiais surpreendentes na 3ª temporada em diante, o que dá para perceber nos primeiros episódios da 3ª season e nos vídeos que pesquiso no Youtube. Praticamente todos os cenários são realizados através do computador, com uso de efeitos especiais. Essa é uma das características principais da série desde o seu lançamento pela internet, mas no início os efeitos realmente eram muito precários. A série foi evoluindo e podendo fazer mais investimos na produção, principalmente depois de se firmar na grade do canal fechado SyFy. Agora, vendo esse vídeo que posto abaixo, tenho vontade de fazer um seriado dentro de casa... hehehe.

Segue o vídeo que achei no Youtube, simplesmente maravilhoso pra quem gosta de efeitos especiais. Mostra diversas cenas do seriado, como foi gravada originalmente e como ficou finalizada com os efeitos especiais. Apaixonante.

 

sábado, 17 de setembro de 2011

Santuário | Sanctuary

Atual elenco principal de Sanctuary: Amanda Tamping, 
Robin Dunne, Ryan Robbins e Agam Darshi

Sanctuary já está indo para a 4ª temporada e eu ainda não terminei a 2ª, estou na season finale, mas não consigo parar de assistir. Esse seriado é pra quem gosta de ficção e mitologia. São usados muitos efeitos especiais, mas esse não é o forte da série. Eu ficaria com a riqueza dos personagens e as histórias envolvidas. No entanto, o seriado ainda peca nas primeiras temporadas por não manter uma sequência fatal, intercalando ótimos episódios com alguns fora do eixo, mas a instabilidade de Sanctuary parece ser somente enquanto a série vai se firmando.


O seriado surgiu na internet, uma sequência de oito episódios foi lançada praticamente sem custos. A criação de Damian Kidler chamou a atenção do canal fechado Syfy, com uma  característica de programação voltada para programas de Terror, Fantasia e Ficção Científica, o seriado caiu como uma luva. Sanctuary se enquadra bem no estilo do canal, praticamente possui as três vertentes.

A série é gravada em Vancouver, no Canadá. Foram 13 episódios nas duas primeiras temporadas. Na terceira season, a série começa a ganhar corpo e tem 20 episódios, a quarta temporada já foi autorizada e estréia em setembro de 2011.

Time do Santuário completo (2ª Temporada)
O elenco principal atual de Sanctuary conta com Amanda Tapping (Dra. Helen Magnus), Robin Dunne (Will Zimmerman), Ryan Robbins (Henry Foss) e Agam Darshi (Kate Freelander). Ainda se destacam o assistente monstro da Dra. Magnus (Big Foot) e Christopher Heyerdahl (John Druitt), ex-marido de Magnus e um anormal que acabou se tornando o conhecido Jack Estripador. 

- Separei o vídeo abaixo é com os meus dois personagens favoritos, Henry (o lobosimen), conhecido também por Short Guy (cara baixinho) e o assistente monstro da Dra. Magnus, o Big Foot (Pé Grande) ou Big Guy (cara grande). A cena abaixo é o final do 7º episódio da segunda temporada da série, quando em uma missão da Dra. Magnus o "Big Foot" teve que fazer de conta que tinha sido assassinado e deixar o mistério no ar até o final do episódio, quando a equipe conseguiu capturar um anormal que pretendia enganar o time do Santuário. Gosto da cena, mostra um pouco do clima do seriado.

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Sanctuary é um lugar em que todos os anormais do mundo podem buscar ajuda e refúgio. Existem vários espalhados pelo mundo. Dra. Magnus se encarrega de procurar e auxiliar esses seres que possuem habilidades especiais, são monstros, lendas que no imaginário humano não existem. Um lado muito interessante da série é ver as aparições de personagens mitológicos e de histórias do cinema, como Jack Estripador, Dr. James Watson e outro lado da história de Sherlock Holmes, sereias, vampiros, o Triângulo das Bermudas, homem invisível, lobisomens e a própria Magnus que é imortal e já conviveu com Albert Einstein, os The Beatles e vários personagens famosos e ex-presidentes dos Estados Unidos.

Henry Foss é interpretado por Ryan Robbins (Stargate Atlantis)

O assistente nerd de Magnus, Henry, é um lobisomen que começa a descobrir como lidar com a sua anomalia e ao mesmo tempo é um gênio na computação e segurança eletrônica do Santuário. Além de um nerd geek, os vários momentos cômicos que o personagem interpretado por Ryan Robbins proporciona também são destaque da série.

Dr. Will Zimmermann é o braço direito da Dra. Magnus 
no Santuário de anormais

Dr. Zimmerman é o assistente mais próximo da Dra. Magnus, Will é médico psiquiatra, no antigo emprego trabalhava analisando cenas de crimes, agora é responsável por ajudar na captura/salvamento e adaptação dos anormais. O seriado começa com a filha de Magnus, Ashley (Emilie Ullerup)
 entre os papéis principais. Na segunda temporada ela dá lugar a Kate Freelander, especialista em negócios ilícitos ela acaba tropeçando na equipe do Sanctuary e de "inimiga" acaba entrando para o time da Dra. Magnus.

Mitologia, monstros, vampiros, lobisomens, sereias... Sanctuary dá espaço a tudo que a imaginação pode proporcionar. Se torna muito divertido assistir personagens clássicos da vida real ou das histórias do cinema mostrarem outro lado dentro do seriado. As ligações que vamos fazendo com outras plataformas culturais é muito boa e inteligente.



Serviço:
Sanctuary (Vancouver, Canadá)
Renovada para a 4ª Temporada
Pra quem gosta de: ficção científica, mitologia, história, fantasia, tecnologia, lobisomens e vampiros.
TV: Passa no canal fechado Syfy. 
Pra baixar os seriados, inclusive a primeira versão da internet: Indico o site VM Séries 
Site: Sanctuary (Oficial) 
Fan Page no Facebook
Twitter Oficial
No Twitter você ainda pode encontrar os atores principais da série: Amanda Tapping, Robin Dunne, Ryan Robbins e o criador do seriado Damian Kindler.


- Seguem alguns trailers do seriado, destaque para o oficial da 3ª temporada quando Will explica o trabalho dele no Santuário.

Trailer Oficial Sanctuary



Trailer Oficial Sanctuary (3ª Temporada)



Trailer Extended Sanctuary (3ª Temporada)


Trailer Oficial Sanctuary (4ª Temporada)

domingo, 14 de agosto de 2011

Emergency Room (E.R.)

Elenco do E.R. em uma das últimas cenas do seriado espera 
a chegada de várias vítimas de incêndio

Foram 15 temporadas durante os anos de 1994 e 2009. E. R. foi uma das séries mais marcantes da produção americana. Conhecida no Brasil como "Plantão Médico" foi ao ar na Rede Globo, com o nome original pode ser vista até hoje no canal fechado Warner Bros Brasil. A criação do seriado tem assinatura do escritor e ex-médico Michael Crichton, foi produzido pela Constant c Productions e pela Amblin Entertainment em associação com a Warner Bros. O enredo da série conta o cotidiano da esquipe médica que trabalha no atendimento de emergência do County General Hospital, fictício hospital em Chicago, Illinois. A inspiração nas telas veio de um hospital real, o Cook County General, localizado em West Harrison Street, em Chicago.

Entre os personagens mais marcantes estão o Dr. Mark Greene (Anthony Edwards), Dr. Doug Ross (George Clooney), Dra. Susan Lewis (Sherry Strigfield), Dr. Archie Morris (Scott Grimes), Dra. Kerry Weaver (Laura Innes), Dra. Abby Lockhart (Maura Tierney), Dr. Luka Kovac (Goran Visnjic) e Dr. John Carter (Noah Wyle). Este último começa a primeira temporada da série como um simples estudante de medicina e acompanhamos ele se tornando um dos melhores médicos de emergência que o County General já viu. Entre as curiosidades que rondam a série estão as datas de nascimento de Carter e Wyle (personagem/ator): O Dr. Carter nasceu dia 4 de junho de 1970. Noah Wyle nasceu em 4 de junho de 1971.

O seriado ganhou o meu prêmio pessoal de ser a série que mais chorei até hoje, e acho difícil alguma produção ganhar de E.R. Chorei horrores. É um seriado de emocionar do início ao fim, muito capitaneado pela riqueza dos roteiros. Além de lindas histórias, E.R. foi ousado em muitos momentos, trabalhando formas de enredos que dificilmente são vistos e muito raramente dão certo. Como alguns em que conta a história do episódio de trás pra frente, parece simples, mas a edição e a costura da história se tornam geniais. 
   
Além de ganhar o prêmio de "Melhor Patrocinador de Lágrimas" da minha sala, E.R. recebeu muitas outras premiações de relevância bem maior que no meu apartamento. O seriado foi indicado 123 vezes ao Emmy Awards, sendo a série com mais indicações ao prêmio até hoje. Venceu 22 estatuetas do Emmy e ganhou o People's Choice Award por "Série de Televisão Dramática Favorita" durante todos os anos entre 1995 até 2002. Segue uma lista de alguns prêmio que E.R. levou pra casa durante a sua história:

Emmy Awards
Melhor Série Dramática (1996).
Melhor Atriz Coadjuvante em uma Série Dramática - Julianna Margulies (1995).
Melhor Direção Individual em uma Série Dramática - Mimi Leder pelo episódio "Love's Labor Lost" (1995).
Melhor Atriz Convidada em uma Série Dramática - Sally Field (2001).
Melhor Ator Convidado em uma Série Dramática - Ray Liotta (2005).
Melhor Direção em uma Série Dramática (Episódio "And in the End") - Rod Holcomb (2009)

Golden Globe Awards
Melhor Performance de um Ator em uma Série Dramática - Anthony Edwards (1998).

Screen Actors Guild Awards
Melhor Performance de um Elenco em uma Série Dramática (1996-1999) 4 prêmios.
Melhor Performance de uma Atriz em uma Série Dramática - Julianna Margulies (1998-1999) 2 prêmios.
Melhor Performance de um Ator em uma Série Dramática - Anthony Edwards (1996, 1998) 2 prêmios.


Como toda boa obra o seriado me influenciou, comecei a assistir ainda criança e adolescente e pensei seriamente em fazer medicina, até que descobri que me interessava mais pela narrativa das histórias do que pela profissão de médico. No entanto, E.R. realmente mostrou a Medicina como uma profissão de heroísmo e que necessita de muito esforço durante todos os dias, por muitos anos. E que os bons médicos são feitos também de bons corações. Abaixo a abertura de E.R que ficou conhecida como uma das mais famosas da televisão americana. Assim como a trilha sonora, obra de James Newton Howard. A versão abaixo da abertura é do último episódio do seriado, depois de ter sido encurtada nos três últimos anos da série para dar mais tempo ao enredo, o último episódio trás de novo a abertura oficial com os principais atores da Season Finale. A primeira imagem é uma das mais marcantes do seriado, o trem do metrô de Chicago que passa logo ao lado do Hospital.


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John Carter (Noah Wyle) foi o personagem mais marcante da série ao meu olhar. Além de acompanharmos desde o início o desenvolvimento de um estudante em um médico de ponta. Carter fez parte do seriado até a 12ª temporada e volta na 15ª para encerrar a série em alto estilo. Com ele aprendemos que seres humanos erram, mas podem melhorar. Que o esforço tem recompensa, mesmo quando demora mais do que esperávamos. E que amizade verdadeira e companheirismo não têm receita e não se compram na farmácia, mas fazem toda a diferença na vida da gente. E. R. me ensinou inúmeras lições e entre elas a de que o simples pode-se tornar uma história fantástica. Segue abaixo os últimos minutos do último plantão de E.R. que foi ao ar em 2 de abril de 2009, nos Estados Unidos. E como não poderia ser diferente, chorei litros.


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